sábado, 17 de setembro de 2022

[0216] "Henry Moore: The Sixties" - Exhibition Tour, em Hertfordshire, até 30 de Outubro 2022

[0215] Henry Moore: "Wall Relief N.º 1"


O “Wall Relief N.º 1” de Henry Moore, perto da Estação Central de Rotterdam, é uma peça única na carreira do artista, sua única obra em tijolo. A escultura de parede foi temporariamente removida porque um novo edifício foi erguido no local. O historiador de arquitetura Wouter Vanstiphout fala sobre a história e o futuro da peça.

Sobre o "Wall Relief N.º 1"

O tijolo “Wall Relief N.º 1” que adorna a fachada do antigo Bouwcentrum (Building Center) em Rotterdam desde 1955 foi projetado por Henry Moore. O relevo é composto por aproximadamente 16.000 tijolos esculpidos à mão. Dois mestres pedreiros levaram 1200 horas ao longo de quatro meses para concluir o trabalho.

O padrão de elementos geométricos - blocos horizontais com círculos na parte superior e inferior e elementos verticais lineares à esquerda e à direita - forma uma espécie de borda. Esta borda é interrompida em alguns pontos para que não tenha o caráter de um quadro.

A composição é menos estruturada no centro, onde cinco formas orgânicas foram frouxamente justapostas. Eles evocam corpos ou plantas e pedras gradualmente polidas pela água, areia e vento.

Reconstrução

Desde 2010, o antigo Bouwcentrum (Building Center), mais tarde chamado Weena Point, foi demolido. O atelier de arquitetura De Architecten Cie. ganhou uma licitação para um novo prédio no mesmo local. O “Wall Relief N.º 1” será reintegrado na nova fachada.

[0214] O escultor Henry Moore fala ao programa 'Fusion' da Thames Television. Dá uma visão fascinante de como criou algumas de suas obras mais famosas. Filmado no estúdio e fundição do artista em 1971, este programa foi exibido pela primeira vez na televisão Thames em 21/09/1971

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

[0211] No Interior do "Cristo" de Encantado, de Markus Moura, no Rio Grande do Sul, Brasil

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Foto de Luciano Nagel

[0210] Escultura "Silent Hortense" do escultor espanhol Jaume Plensa em Porto Alegre, Brasil

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Foto Anselmo Cunha, Agência RBS

[0209] Descerrada estátua de antigo dirigente da Universidade de Oklahoma, em Stillwater (EUA), trabalho de Mike Larsen, escultor local

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[0208] Artista italiano Alex Cattoi expõe em Monsaraz

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Foto "Cultura de Borla"

[0207] "Quimera", escultura de Luís Rodrigues em Mação

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sexta-feira, 12 de agosto de 2022

[0200] Agradecemos aos escultores e outros participantes que se mostraram disponíveis para colaborar com o blogue, tornando-o assim mais interessante

[0199] À beira do post 200 e com um score de 20.000 visitantes em menos de um ano...

...comemoramos esses números com a mostra do monumento maldito de Hein Semke (Hamburgo, 1899 - Lisboa, 1995) para a Igreja Evangélica Alemã de Lisboa "Camaradagem na Derrota"/"Kameradschaft" (1935), alusivo aos alemães que residentes em Portugal foram combater pela Alemanha durante a Grande Guerra e nela faleceram - pouco depois mandado destruir pelas autoridades nazis da colónia e da embaixada alemã em Portugal.


Desenho humorístico de Carlos Botelho

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

terça-feira, 2 de agosto de 2022

[0196] Mais um monumento escultórico de João Duarte, desta feita em Lagos, comemorando o 1.º centenário da chegada do comboio à cidade algarvia

Num país que sistematicamente tem destruído quilómetros e quilómetros de vias férreas, privando os seus cidadãos de um meio de transporte que na Europa ostenta franco desenvolvimento (basta ver o caso da vizinha Espanha), é salutar e encorajador que um município como o de Lagos (onde se  edificou nova estação em 2003, sendo a anterior de 1922) comemore simbolicamente com uma escultura alusiva o 1.º centenário da chegada da via férrea ao seu território.

O trabalho foi entregue ao escultor João Duarte (com antecedente recente nesta área de homenagem, peça realizada no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, de 28 de Outubro de 2021). A inauguração teve lugar a 30 de Julho, pelas 11h45, e o memorial situa-se na rotunda entre a estação velha e a estação nova.

Com recordação de passado não muito longínquo (a locomotiva alimentada a carvão e movida a vapor) e sugestão de presente e futuro (a moderna composição eléctrica), ambos os veículos presentes se deslocam em carris contrários, numa ligeira oblíqua apontada ao céu que acentua o movimento visual e o desejo de ir mais longe, de maior progresso, de desejável futuro risonho na área ferroviária. Uma excelente peça, notável memorial que honra a cidade algarvia (que possui significativo acervo de arte pública), a sua história... e também o escultor.

FICHA TÉCNICA:

Título: Monumento Comemorativo do Centenário da Chegada do Comboio a Lagos, 1922 - 2022

Autor: escultor João Duarte

Fabricante: Metalazoia

Material: chapa de ferro, oxidada e pintada

Peso: 3 toneladas

Altura: 7 metros